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Descarte irregular de lixo é principal causa de alagamentos na Ilha

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Comitê de Limpeza Urbana destaca que mesmo com coleta diárias nas residências e Ecopontos, as pessoas insistem em descartar resíduos em locais irregulares

Descarte irregular de lixo é principal causa de alagamentos
Descarte irregular de lixo é principal causa de alagamentos (Foto: Biné Morais / O ESTADO)

Mil e cem toneladas de lixo que são coletadas todos os dias nas ruas de São Luís, durante a coleta domiciliar, conforme o pelo Comitê de Limpeza Urbana. Mesmo assim, os dias chuvosos ainda são sinônimos de preocupação com os alagamentos nas principais vias da capital, tendo em vista o descarte irregular que entope galerias e bueiros, por onde a água deveria escoar.

Na semana que passou, em vários pontos da cidade, vias ficaram cobertas pela água durante as fortes chuvas que atingiram a cidade, como na Avenida Jerônimo de Albuquerque, próximo ao Hospital Dr. Carlos Macieira; nas proximidades do retorno do Calhau, na Avenida Colares Moreira; na Avenida Guajajaras, em um trecho perto a agências bancárias; e na Avenida Litorânea, próximo ao Batalhão de Bombeiros Marítimos (BBMAR).

Com isso, é necessário um constante trabalho de desobstrução das galerias, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp), por se tratar de um serviço de maior complexidade. Essa ação é feita principalmente na estação chuvosa, com o fim de evitar os alagamentos.

Entretanto, como a população insiste em colocar lixo em locais inapropriados, o trabalho parece ficar ainda mais difícil de solucionar. “Em uma dessas desobstruções feitas recentemente na região da Beira Mar, colchões e jaquetas foram tiradas de dentro das galeras – lixo que não deveria estar ali”, destacou Carolina Moraes Estrela, presidente do Comitê de Limpeza Urbana de São Luís.

O maior volume de resíduos sólidos retirado diariamente das ruas de São Luís, com a atuação de mais de mil agentes de limpeza, ocorre de três principais formas: coleta domiciliar, recebimento pelos Ecopontos e remoção de resíduos descartados irregularmente em áreas públicas.

Domiciliar
A coleta domiciliar é feita de casa em casa pelos agentes de limpeza urbana nos bairros de São Luís. Hoje, o Comitê tem uma programação de coleta domiciliar que é feita em dias alternados. Em parte dos bairros ela ocorre segundas, quartas e sextas-feiras.
Em outros, às terças, quintas-feiras e sábados. Em bairros como o Centro a coleta é diária. O Comitê mantém ainda uma Central de Monitoramento que acompanha o serviço em tempo real, permitindo identificar falhas na coleta.

Nas localidades onde o caminhão de coleta não consegue entrar por serem ruas de difícil acesso a coleta é feita de forma alternativa por meio de agentes de limpeza urbana que entram na via e fazem o recolhimento porta a porta, levando o saco de lixo até o caminhão ou através de caçambas de pequeno porte específicas para este tipo de coleta. Nas avenidas da cidade a coleta é feita diariamente.

Remoções
A Prefeitura de São Luís faz ainda ações frequentes remoções em pontos de descarte irregular de resíduos. Essa quantidade refere-se somente aos resíduos coletados por meio de ação de remoção manual e mecanizada. Por meio das remoções são eliminados pontos de descarte irregular, conhecidos popularmente como “lixões”, na cidade.

Estes resíduos são descartados de forma irregular pela população e de forma ilegal por empresas dos mais diversos setores que descarregam seus resíduos nos pontos de descarte irregular quando o correto, segundo a Política Nacional de Resíduos Sólidos, seria que elas tivessem um plano de descarte, transporte e tratamento ambientalmente adequado dos seus resíduos.

Ecopontos
Os resíduos destinados ao Ecoponto são, em grande parte, gerados através de reformas de pequeno porte, restos de poda e capina de origem domiciliar, ou ainda, móveis e eletrodomésticos velhos, que eram descartados irregularmente nas vias públicas da cidade.

“Nós temos recebido um grande número de descartes de aparelhos televisores ultimamente, tendo em vista o desligamento do sinal analógico. É importante que as pessoas saibam que podem usar esses espaços ao invés de descartá-los em locais irregulares”, frisou Carolina Moraes Estrela.

Saiba mais
Em média são recolhidos cerca de 300 toneladas por dia de resíduos nos lixões.
Existem 10 Ecopontos distribuídos pela capital

Fonte: O Estado

Ninguém foi identificado como mandante ou mesmo executor do crime. Poucas informações foram divulgadas até o momento A vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) foi assassinada no dia 14 de março. A vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) foi assassinada no dia 14 de março. (Foto: Agência Brasil) 6 10 0 BRASÍLIA – Um mês depois do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do motorista Anderson Gomes, ninguém foi identificado como mandante ou mesmo executor do crime. Poucas informações foram divulgadas até o momento e as autoridades continuam investigando o caso. Nesta semana, o ministro interino da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, afirmou que a investigação “está avançando, mas essas informações estão todas restritas à polícia que está fazendo a investigação”. As primeiras pistas foram imagens das câmeras de segurança espalhadas pelo trajeto percorrido por Marielle e Anderson até a rua onde foram mortos, mas exatamente no local há um “ponto cego” das câmeras, que não gravaram o momento do assassinato. A polícia chegou a apreender um carro em Ubá (MG) que poderia ter sido usado no crime, o que depois foi descartado. As balas recolhidas no local do crime foram analisadas. Identificou-se que a maior parte teria sido roubada de um carregamento da Polícia Federal há alguns anos, como anunciou o ministro extraordinário da Segurança Pública, Raul Jungmann. Até agora, não foi divulgado o resultado da análise das munições. Integrante do Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) e da organização Justiça Global, Sandra Carvalho, diz que há indícios de que as balas do mesmo lote já teriam sido utilizadas em chacinas e outras situações criminosas anteriores ao caso de Marielle. “Isso requer uma situação muito rigorosa também, porque pode ser um elemento muito importante para desvendar esse crime e vincular com outros, podendo até levar a uma teia criminosa que possa estar articulada.” Sandra Carvalho, que integra comissão criada pelo CNDH para acompanhar o caso, critica que a falta de controle de armamentos contrasta com o fato de o Rio de Janeiro ser “uma cidade com um armamento absurdo”. “A gente tem uma polícia muito armada e também há forças criminosas muito bem equipadas, o que é fruto de corrupção, de entrada de armas clandestinamente no país, mas isso é raramente investigado”. A fim de auxiliar nas investigações, na última quinta-feira (12), o vereador do PSOL Tarcísio Motta se apresentou como testemunha e prestou depoimento. Na saída, ele disse que os investigadores pediram informações sobre as atividades de Marielle, a relação dela com outros vereadores, a trajetória da parlamentar no partido e como foi o desempenho dela durante os trabalhos da CPI das Milícias, em 2008, quando assessorava o deputado estadual Marcelo Freixo, também do PSOL. O vereador também foi questionado sobre críticas que Marielle fez, antes de morrer, ao uso de violência por policiais do 41º Batalhão da Polícia Militar (BPM) de Acari, na zona norte do Rio. Antes de ser assassinada, Marielle havia denunciado, em uma rede social, violência policial de membros do batalhão contra moradores de favelas. Em nota divulgada nesta sexta-feira (13), a Anistia Internacional voltou a cobrar resposta das autoridades. “O Estado deve garantir que o caso seja devidamente investigado e que tanto aqueles que efetuaram os disparos quanto aqueles que foram os autores intelectuais deste homicídio sejam identificados. Caso contrário envia uma mensagem de que defensores de direitos humanos podem ser mortos e que esses crimes ficam impunes”, destacou a organização. Os ministérios da Segurança e da Defesa, o Gabinete de Segurança Institucional, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Polícia Civil do Rio de Janeiro foram procurados pela Agência Brasil, mas optaram por não se pronunciar sobre o caso, argumentando que as investigações correm em segredo de Justiça. Já o ministro dos Direitos Humanos, Gustavo do Vale Rocha, disse que está acompanhando o caso. “Evidentemente que a maior parte dessa apuração é sigilosa, mas a gente vem atuando juntamento ao Gabinete de Intervenção e o Ministério de Segurança Pública para não só demonstrar que estamos acompanhando como também estamos cobrando os resultados dessas investigações. E as informações que nos são repassadas é que essas investigações estão bem avançadas”. Coordenador da comissão de deputados federais formada para acompanhar as investigações, o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) é incisivo ao falar que o crime não pode cair no esquecimento. “A gente quer respostas. As autoridades terão que dar respostas para esse crime, porque não há nenhum crime que não possa ser solucionado, a não ser quando há interesse do próprio Estado em acobertar esse crime”, afirmou. Na opinião de Jean Wyllys, a morte de Marielle está relacionada à sua atuação política. “Não há a menor dúvida de que se trata de um crime político. É um crime motivado pela atuação dela. Não sabemos ainda qual a motivação específica, se está ligado à atuação das redes criminosas e das milícias. Reação Os assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes levaram centenas de pessoas às ruas do Brasil e do mundo. Nos protestos, participantes lembraram as bandeiras da vereadora, a garantia de direitos de mulheres e LGBTs, o respeito e valorização dos moradores de favelas e o fim da intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, além de pedidos por responsabilização dos culpados. A morte provocou imediatamente fortes reações institucionais. A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) disse que o Estado tem a obrigação de investigar o assassinato “de maneira séria, rápida, exaustiva, independente e imparcial, e punir os responsáveis intelectuais e materiais”. O assassinato será tema de uma reunião, que deverá ocorrer em maio. O Sistema das Nações Unidas no Brasil (ONU Brasil) emitiu nota em que espera “rigor na investigação do caso e breve elucidação dos fatos pelas autoridades, aguardando a responsabilização da autoria do crime”, posicionamento seguido por outras organizações nacionais e internacionais de direitos humanos. No dia 20 de março, um documento assinado por mais de 100 organizações de direitos humanos foi lido durante sessão ordinária do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, em Genebra. No Parlamento europeu, deputados prestaram um tributo a Marielle no dia seguinte à sua morte e pediram a suspensão das negociações comerciais para um acordo de livre comércio entre a Europa e o Mercosul. Metáfora de muitas das pautas que defendia, Marielle tornou-se a própria concretização do lema que escolheu para seu primeiro mandato: “Eu sou porque somos”. A amiga e também vereadora Talíria Petrone (PSOL) reforça que a luta de Marielle não cessou com sua morte. “Se achavam que iam silenciar as pautas que a Marielle representava com a sua voz assassinando o corpo dela, a resposta foi na contramão disso. Muitas mulheres negras, em especial, estão se levantando no Brasil todo não apenas contra a brutalidade do que foi a execução da Mari, mas se levantando pela defesa das pautas, contra o genocídio do povo negro. Ela está gritando por aí, mais viva do que nunca”. Vereadora em Niteroí desde 2017, Talíria desenvolve trabalho semelhante ao de Marielle e conta que tem sofrido ameaças. Depois da morte da amiga, passou a ter proteção do Estado, com escolta e outras medidas de segurança. “A gente vive um momento do ódio. Infelizmente não são casos pontuais. Estruturalmente, na realidade brasileira há o avanço de um conservadorismo, de grupos de extrema direita, fascistas, que querem propagar o ódio e manter marginalizados alguns setores – e isso nos inclui”. Talíria também vislumbra o crescimento da mobilização em torno da defesa de direitos e acredita que, em homenagem à amiga, é preciso seguir. “A execução da Mari, de alguma maneira, movimenta as estruturas da sociedade em um momento que, embora provoque medo, embora provoque que a gente se atente mais às ameaças, também provoca muita reação. A gente acaba perdendo o próprio medo. Precisamos reagir, ir em frente, avançar mais, com mais radicalidade. Então, eu estou com muita dor, mas também com muita disposição de lutas”.

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SÃO LUÍS – Uma ação coordenada por diversas Secretarias da Administração Pública Municipal levou diversos serviços ao bairro do Vinhais. A ação incluiu serviços de limpeza por todo o bairro, visitas domiciliares, atividades educativas e vistorias em estabelecimentos comerciais. A ação ocorreu na Praça do Letrado. Outros bairros devem receber a ação nos próximos meses.

As atividades começaram a ser executadas desde o início da semana.

O bairro recebeu ainda serviços de capina e roçagem em diversas ruas. Cerca de 20 ruas e transversais foram beneficiadas. Dezenas de populares participaram da ação e puderam usufruir de diversos serviços. O Bruno Cavalcante aproveitou e levou a família para vacinar. “Hoje vim vacinar as crianças contra a meningite e febre amarela. Não há fila, é bem ventilado. A Prefeitura está de parabéns. Deveria ter sempre essas ações” disse.

O evento deste sábado segue um cronograma de atividades da Prefeitura de São Luís que visa a melhoria da saúde pública. “Nossa gestão está mobilizada e integrada para, juntos, executarmos essa grande ação por toda a cidade. Nosso objetivo é promover melhorias na saúde pública, beneficiando os cidadãos ludovicenses. Muito já realizamos e vamos avançar ainda mais”, explicou o prefeito Edivaldo Holanda Junior.

Os moradores do bairro também foram vacinados contra febre amarela!

Pedro Tavares, coordenador do programa de combate contra o Aedes explica que outros bairros receberam a Ação de Combate ao Mosquito. “Esse evento é de suma importância. Temos ações integradas com toda equipe de Governo da Prefeitura Municipal de São Luís. Estamos juntando força para que se possa massificar a informação para a população. Estamos iniciando exatamente no Conjunto Vinhais, como sendo uma área prioritária de ação. Vamos desenvolver essa ação em outros bairros de São Luís. Exatamente para manter o controle do Aedes e evitar que a população venha contrair alguma doença”, relatou.

A comunidade também recebeu diversas orientações para combater o Aedes.

As atividades começaram a ser executadas desde o início da semana e tiveram o sábado como dia de culminância dos trabalhos. Agentes da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) realizaram visitas domiciliares, orientando sobre as condutas preventivas e inspecionando os imóveis, com atenção especial aos recipientes que acumulam água; e quando foram identificados criadouros do mosquito os agentes aplicaram larvicida, que elimina focos do mosquito. O bairro também contou com a nebulização espacial com o carro fumacê.

OUTRAS AÇÕES

Também integram a agenda de serviços, poda e rebaixamento das copas das árvores do bairro por meio do Instituto Municipal de Paisagismo Urbano (Impur), além da substituição de espécies danificadas. Nas áreas das praças públicas e escolas, a substituição será feita por árvores frutíferas. Durante toda a semana que antecedeu a ação, as escolas do bairro receberam ações educativas, para conscientizar as crianças sobre as medidas que devem ser tomadas para combater o mosquito transmissor da dengue. As palestras foram administradas por técnicos da Secretaria Municipal de Educação (Semed) e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam). Também foram feitas visitas guiadas aos Ecopontos.

Fonte: Imirante.com

Quadrilha explode carro-forte e troca tiros com seguranças no interior do MA

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Assalto a carro-forte em Alto Alegre do Maranhão. (Foto: Reprodução)

ALTO ALEGRE DO MARANHÃO – Criminosos atacaram um carro-forte na noite dessa quinta-feira (12), no município de Alto Alegre do Maranhão. O carro foi interceptado perto do entroncamento da BR-135 com a BR-316, no povoado Caxuxa.

Fortemente armada, a quadrilha utilizou explosivos no assalto e trocou tiros com seguranças. Não há informação de feridos. Os criminosos fugiram levando malotes de dinheiro; o valor não foi informado.

A Polícia Militar conseguiu prender seis suspeitos de dar apoio ao bando que explodiu o veículo. Com eles foram apreendidos três revólveres calibre 38.

Fonte: Imirante.com

Embargos de declaração de Lula é negado por unanimidade pelo TRF-4

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Julgamento dos embargos de declaração impetrados pela defesa do ex-presidente foram rejeitados pelos quatro desembargadores da 8ª turma do TRF-4

Com esta decisão do TRF-4, o ex-presidente Lula ainda não poderá ser preso devido a decisão recente do STF
Com esta decisão do TRF-4, o ex-presidente Lula ainda não poderá ser preso devido a decisão recente do STF (Foto: Arquivo)

Porto Alegre – recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra a decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) no processo do triplex em Guarujá (SP) foi negado em julgamento realizado nesta segunda-feira, 26.

A decisão foi tomada pelos mesmos desembargadores da 8ª turma, que julgaram a apelação de Lula em 24 de janeiro: João Pedro Gebran Neto, Leandro Paulsen e Victor Luiz dos Santos Laus.

Na ocasião, eles mantiveram a condenação imposta pelo juiz de primeira instância Sérgio Moro e ainda aumentaram a pena aplicada por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Por decisão do próprio TRF-4, Lula pode ser preso para começar a cumprir a pena quando acabarem os recursos no tribunal.

Porém, uma decisão provisória do Supremo Tribunal Federal (STF) impede a prisão do ex-presidente até que o plenário da Corte julgue um pedido de habeas corpus preventivo apresentado pela defesa de Lula. O julgamento está marcado para o dia 4 de abril.

A assessoria do TRF-4 informou que a defesa ainda terá 12 dias para entrar com recurso sobre os próprios embargos de declaração, caso entenda que inconsistências ou obscuridades persistam.

Os embargos de declaração foram protocolados pela defesa de Lula no dia 20 de fevereiro. Este tipo de recurso serve para pedir esclarecimentos sobre a decisão e era o único possível no caso, já que a decisão dos desembargadores foi unânime.

No caso do triplex, Lula é acusado de receber o imóvel no litoral de SP como propina dissimulada da empresa OAS para favorecer a empresa em contratos com a Petrobras. O ex-presidente nega as acusações e afirma ser inocente.

Na sessão do dia 24 de janeiro, em Porto Alegre, os desembargadores aumentaram a pena de Lula para 12 anos e um mês de prisão. Moro havia condenado o ex-presidente a 9 anos e 6 meses.

Instâncias superiores

Esgotadas as possibilidades de recurso no TRF-4, a defesa de Lula poderá recorrer contra a condenação do ex-presidente no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no STF.

Antes de chegar a Brasília, os recursos especiais (STJ) e extraordinários (STF) são submetidos à vice-presidência do TRF-4, responsável pelo juízo de admissibilidade – uma espécie de filtro de acesso às instâncias superiores.

FONTE-Reprodução/Internet ..

Prefeitura de São Luís inaugura Ecoponto no bairro do Anil

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Ecoponto irá beneficiar 13 bairros, alcançando 40 mil pessoas no Grande Anil.

Ecoponto do Bairro do Anil.

SÃO LUÍS – A Prefeitura de São Luís inaugurou na manhã desta segunda-feira (26), no bairro do Anil, o décimo Ecoponto, o segundo do ano de 2018. O Ecoponto irá beneficiar 13 bairros, alcançando 40 mil pessoas no Grande Anil. Já são 350 mil pessoas beneficiadas e 91 bairros atendidos desde que o projeto foi implantado. Participaram da cerimônia políticos do cenário local e nacional como: o prefeito Edivaldo Holanda Jr., Deputado Weverton Rocha, vereador Marcelo Poeta, e outras personalidades.

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Especialista dá dicas para se proteger das Fake News

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É necessário que cada pessoa entenda o impacto que uma notícia falsa pode trazer para a sociedade.

Com as redes sociais, as notícias falsas ganharam uma ampliação e um impacto maior na sociedade. ( Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

SÃO PAULO – Nem altos membros do judiciário brasileiro estão imunes às chamadas Fake News – notícias falsas que são compartilhadas pelas redes sociais. O fato é que esse tipo de boato não é novidade e existia até quando não tínhamos televisão ou internet, mas agora com as redes sociais elas ganharam uma ampliação natural maior e consequentemente um impacto maior na sociedade.

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Polícia Federal faz operação contra o tráfico de drogas no TO e em mais quatro estados

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Por G1 Tocantins

Policiais federais cumprem mandados em Paraíso do Tocantins (Foto: Naicon Lemes/TV Anhanguera)

Policiais federais cumprem mandados em Paraíso do Tocantins (Foto: Naicon Lemes/TV Anhanguera)

Ao todo, 130 policiais federais cumprem 47 mandados, sendo 26 de prisão preventiva e 21 de busca e apreensão. No Tocantins, as ações se concentram em Paraíso do Tocantins.

As invetigações começaram em 2016. Segundo a Polícia Federal, o grupo criminoso, que atuava em Paraíso do Tocantins, adquiria a droga de um fornecedor no estado do Mato Grosso. Ele indicava contas bancárias de terceiros para receber os pagamentos de compradores.

A PF informou também que os compradores de Paraíso do Tocantins também usavam a conta bancária de outras pessoas para pagar os fornecedores do Mato Grosso.

O objetivo era evitar o rastreamento do dinheiro e a vinculação dos fornecedores e compradores.

Veja mais notícias da região no G1 Tocantins.

No Tocantins, operação é realizada em Paraíso do Tocantins (Foto: Naicon Lemes/TV Anhanguera)

No Tocantins, operação é realizada em Paraíso do Tocantins (Foto: Naicon Lemes/TV Anhanguera)

Polícia Civil reabre inquérito do assassinato de Décio Sá

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Investigações, que foram reabertas a pedido da Procuradoria-Geral de Justiça do Estado, ocorrem sob sigilo, mas nos primeiros depoimentos, já teria mostrado mais pessoas envolvidas, que não estavam no inquérito original

Júnior Bolinha teria citado novos nomes de envolvidos no caso
Júnior Bolinha teria citado novos nomes de envolvidos no caso (Foto: Arquivo)

São Luís – A Superintendência de Investigações Criminais (Seic) destravou o inquérito policial que investiga a morte do jornalista Décio Sá, assassinado a tiros no dia 23 de abril de 2012, e já teria descoberto mais pessoas envolvidas no crime. As investigações ocorrem sob sigilo. Por diversas tentativas O Estado fez contato com a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão para coletar informações, porém não obteve respostas.

O inquérito foi reaberto a pedido da Procuradoria-Geral de Justiça do Estado. De acordo com um documento publicado pelo blog do Neto Ferreira, num dos trechos, um dos depoentes, José Raimundo Chaves Júnior, o Júnior Bolinha, cita os nomes de diversos políticos, magistrado e autoridades, inclusive que fizeram parte das primeiras investigações, como participantes da trama.

Como não estavam incluídas no inquérito original, essas informações estão sendo recebidas pelos investigadores do DCCO como fatos novos. O chefe do Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Maranhão, promotor Marco Aurélio Rodrigues, teve o nome citado em um depoimento.

Interrogado em 19 de janeiro no Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO), órgão subordinado à Seic, José Raimundo Sales Chaves Júnior, Júnior Bolinha, acusou o chefe do Gaeco de ocultar – para favorecer alguém -, um depoimento extremamente importante prestado na cidade de Santa Inês por Eduardo Lira, que fez acusações gravíssimas e não foram juntadas ao inquérito. “Promotor Marco Aurélio não juntou o real depoimento nos autos”, diz trecho do depoimento, que também cita o nome do juiz Márcio Brandão.

A acusação contra o promotor configura, segundo o depoimento, crime de corrupção ativa e prevaricação, que é cometido por funcionário público quando, indevidamente, este retarda ou deixa de praticar ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição legal expressa, visando satisfazer interesse pessoal.

O crime:

O jornalista de O Estado, Aldenísio Décio Leite de Sá, de 42 anos, foi assassinado com seis tiros de pistola ponto 40 na noite do dia 23 de abril de 2012 na Avenida Litorânea, em São Luís. Décio foi morto por Jhonathan de Sousa Silva, que está preso, executor agenciado por José Raimundo Sales Chaves Júnior, o Júnior Bolinha; comandado pelos empresários Gláucio Alencar Pontes Carvalho e José de Alencar Miranda Carvalho – pai de Gláucio –, incomodados com as denúncias feitas do ‘Blog do Décio’.

Ex-prefeito de Serrano do Maranhão é condenado por ato de improbidade administrativa

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SERRANO DO MARANHÃO – O juiz Douglas Lima da Guia, titular da Comarca de Cururupu, proferiu sentença na qual condena Uanis Rocha Rodrigues, ex-prefeito do município de Serrano do Maranhão, às penalidades de perda de função pública (caso esteja exercendo alguma); suspensão dos direitos políticos pelo prazo de cinco anos; multa civil no valor correspondente a dez vezes a remuneração mensal quando ele exercia o cargo de prefeito de Serrano do Maranhão; Proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que seja por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo período de cinco anos.

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Folha de São Paulo destaca construção do Porto São Luís, que deve gerar 5 mil empregos

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O Maranhão é mais uma vez destaque positivo no cenário nacional. Repercutiu na edição destasegunda-feira (19), no jornal Folha de São Paulo, o acordo entre o Governo doEstado e a China, para a construção do Porto São Luís, terminal privado demulticargas que vai gerar cerca de 5 mil empregos e permitir escoamento de milhões de toneladas de grãos e minério de ferro. A publicação destaca a importância do empreendimento citando sua capacidade de quase dobrar a movimentação do Porto do Itaqui.

O jornal reforça que apesar da crise econômica, os chineses veem oportunidades de negócios viáveis e apostam no Brasil, que já é parceiro da China na exportação de grãos. Em 2017, 79% da soja produzida nacionalmente foi exportada ao país oriental.

O Maranhão atrai o interesse pelas condições climáticas, solos férteis, e, principalmente, a posição estratégica. Entrevistado na matéria, o governador Flávio Dino enfatiza que o novo porto será um complemento ao Porto do Itaqui e que isso é positivo para o Maranhão.

As exportações realizadas no Porto São Luís devem alcançar 15 milhões de toneladas por ano, pontua a Folha de São Paulo. São grãos – soja e milho – que responderão por pouco mais de 70% da movimentação; fertilizantes, petróleo e carga geral.

Na primeira etapa de construção serão gerados cinco mil postos de trabalho, diretos e indiretos, em diversas áreas de serviço. O Porto São Luís vai ocupar área de 200 hectares com seis berços, ponte de acesso, mais acesso rodoferroviário e ferroviário (linha férrea em formato da fruta, usada no descarregamento de vagões e manobra de trens). A obra terá investimento de R$ 1,7 bilhões.

O Porto São Luís será comandando pela Communications Construction Company (CCCC) an América, gigante chinesa da área de infraestrutura e construção, majoritária nas ações. Participam ainda a brasileira WPR, de São Paulo, fundada em 1981, que atua na construção civil, desenvolvimento imobiliário e logística; e Lyo Capital Partners, do ramo de prospecção de fundos por participação da iniciativa privada.

Na ocasião de formalização do acordo, o empresário que comanda a CCCC, Chang Yunbo, enfatizou que este será um importante passo do estado para o maior desenvolvimento de suas potencialidades portuárias. A construção do Porto São Luís integra a política de atração de investimentos da gestão, desenvolvida desde 2015.

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