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Sindicatos dos Jornalistas se engaja na campanha de prevenção aos suicídios

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Na manhã desta terça-feira, o presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Luís, Douglas Cunha, participou do café da manhã para lançamento da campanha de prevenção aos suicídios, promovida pelo Ministério Público, coordenada pelo promotora Sandra Elouf.


Cunha destacou a iniciativa do MP e a necessidade de tratar o assunto como prioridade em razão dos elevados índices no Maranhão, no Brasil, e informou que  o Sindicato dos Jornalistas  se engaja nesta campanha pela valorização da vida.

Fonte: Luis Cardoso

Márcio Ronny reclama da falta de recursos para seguir tratamento adequado no MA

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Ele teve mais de 70% do corpo queimado depois de entrar em um ônibus em chamas para salvar uma família, em janeiro de 2014, na Região Metropolitana de São Luís.


Por G1 Maranhão, São Luís, MA

Márcio passou três meses internado após ataque (Foto: Reprodução/TV Mirante)Márcio passou três meses internado após ataque (Foto: Reprodução/TV Mirante)

Márcio passou três meses internado após ataque (Foto: Reprodução/TV Mirante

Precisando de roupas especiais, atendimento quase que diário e tratamento por praticamente toda a vida, Márcio Ronny da Cruz, de 40 anos, que é reconhecido por seu ato heroico, reclama do atendimento que recebe por parte da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Ele teve mais de 70% do corpo queimado depois de entrar em um ônibus em chamas para salvar uma família, em janeiro de 2014, na Região Metropolitana de São Luís.

De lá pra cá, Márcio Ronny mudou completamente sua rotina, mas padece pela falta de recursos para comprar artigos de necessidade básica, como por exemplo, uma roupa que reveste a pele e evita que o calor lhe cause maiores danos.

“Não estou mais usando esta roupa. Quem me passava era a secretaria, mas agora eles disseram que não vão mais passar nada, pois está tudo na indenização. Da última vez, pessoas me ajudaram comprando a roupa. Por esses dias, estou indo de ônibus. Ontem mesmo, eu fui com minha esposa. No trajeto, tivemos que entrar em uma agência bancária para aproveitar o ar-condicionado, pois não aguentava mais. Minha pele estava muito vermelha já”, disse.

Márcio Ronny nos primeiros meses de tratamento no Hospital de Queimaduras de Goiânia, com equipe médica (Foto: Vitor Santana/G1 Goiás)Márcio Ronny nos primeiros meses de tratamento no Hospital de Queimaduras de Goiânia, com equipe médica (Foto: Vitor Santana/G1 Goiás)

Márcio Ronny nos primeiros meses de tratamento no Hospital de Queimaduras de Goiânia, com equipe médica (Foto: Vitor Santana/G1 Goiás)

A reclamação sobre a falta de assistência é antiga. Entre elas, está o transporte que deveria ser fornecido de forma regular pela secretaria por conta de suas limitações físicas.

“Levei um laudo na secretaria mostrando que preciso fazer fisioterapia para voltar para Goiânia e continuar o tratamento. Era pra eu fazer cinco dias por semana, mas o pessoal do setor do transporte da secretaria achou muito. Então entramos em acordo por quatro dias. Tenho que sair da Estrada de Panaquatira (São José de Ribamar) para o centro de reabilitação no Olho d’Água (São Luís). Às vezes o carro não vem e quando ligo, eles me fazem esperar muito ao telefone. Eles dizem que é muita demanda e por isso não me dão esse suporte. Isso é só a fisioterapia, pois ainda tenho as consultas e preciso também desse deslocamento”, explicou.

Antes do ataque, Márcio Ronny trabalhava como estivador. Agora, segundo ele, não reúne mais condições de fazer tanto esforço físico por conta da possibilidade de a pele não suportar e os tecidos romperem.

“O serviço que eu fazia era estivador e isso mexe bastante com os músculos, inclusive a pele, mas com ela ficou sensível não posso mais fazer tanto esforço, pois pode chegar um momento dela rasgar”, declarou.

Dia da transferência de Márcio Ronny de São Luís para Goiânia (Foto: Jade Bona/G1)Dia da transferência de Márcio Ronny de São Luís para Goiânia (Foto: Jade Bona/G1)

Dia da transferência de Márcio Ronny de São Luís para Goiânia (Foto: Jade Bona/G1)

A reclamação é antiga. Logo que sofreu as queimaduras, Márcio Ronny foi tratado em um hospital de referência para queimados em Goiás. Atualmente, volta à Goiânia todo semestre e passa quase um mês longe de casa. Mas como não tem muito recursos financeiros, precisa de um suporte para ficar em outro estado.

Em nota, o Governo do Estado disse que o tratamento em Goiânia é custeado com base em uma tabela definida pelo Ministério da Saúde. Diz ainda que garante assistência regular por meio do fornecimento de medicamentos e insumos. A nota fala ainda que Márcio Ronny ‘estranhamente negou o atendimento da rede estadual’. Por fim, informa ‘que a pensão especial permanece regular, garantida por Medida Provisória nº 164/2014, com força de lei’.

Entenda

No dia 3 de janeiro de 2014, bandidos incendiaram ônibus em diversos pontos da Região Metropolitana de São Luís. Em um dos coletivos atacados estava Márcio Ronny já tinha saído do veículo, mas quando viu uma mãe com duas crianças ainda dentro do coletivo, voltou mesmo em meio a chamas, e ajudou a família. Por conta dessa atitude, sofreu as queimaduras em mais de 70% do corpo. A criança Ana Clara Santos Sousa, de seis anos, teve 95% do corpo queimado e morreu três dias após o ataque.

Ônibus queimado, em São Luís, durante ataques nos primeiros dias de 2014 (Foto: De Jesus/O Estado)Ônibus queimado, em São Luís, durante ataques nos primeiros dias de 2014 (Foto: De Jesus/O Estado)

Ônibus queimado, em São Luís, durante ataques nos primeiros dias de 2014 (Foto: De Jesus/O Estado)

A irmã de Ana Clara, tinha 1 ano e 5 meses à época, teve 20% do corpo queimado. A mãe das crianças teve 40% do corpo queimado. Elas sobreviveram.

A época do atentado, Márcio Ronny era casado e morava no Turiúba, em São José de Ribamar. Deste primeiro casamento, ele tem seis filhos. Agora, está em outro casamento e tem um filho dessa nova união.

Nota do Governo do Estado

Sobre o tratamento ofertado ao Sr. Márcio Ronny da Cruz Nunes, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) informa que:

1. Ao paciente é assegurado o contínuo atendimento na cidade de Goiânia, por meio Tratamento Fora do Domicílio (TFD), com garantia da ajuda de custo, segundo determina a tabela do Ministério da Saúde;

2. O Governo do Maranhão garante assistência regular por meio do fornecimento de medicamentos e insumos;

3. Oferta ao paciente assistência médica com equipe multidisciplinar, embora o assistido tenha estranhamente negado o atendimento da rede estadual;

4. Coloca a disposição do paciente o transporte sempre que solicitado, como ocorrido nesta segunda-feira (11). A Secretaria de Estado de Gestão e Previdência (Segep), por sua vez, informa que a pensão especial ao Sr. Márcio Ronny permanece regular, garantida por Medida Provisória nº 164/2014, com força de lei.

Governo do Maranhão entrega novas viaturas

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Foto: Reprodução

O Governo do Estado fez a aquisição de 50 novas viaturas que devem servir nas ações de policiamento no Maranhão. Os veículos devem ser distribuídos entre as bases da Polícia Militar do Maranhão (PMMA).

As viaturas devem ser entregues em solenidade pelo governador Flávio Dino, nesta quarta-feira (13), às 14h, no Palácio Henrique de La Rocque.

“O Governo mantém sua meta de equipar adequadamente a segurança pública, investindo em veículos, em armamentos e no efetivo. Medidas que melhoram o desempenho policial, estimulam o trabalho e valorizam as equipes”, avaliou o subcomandante de Polícia Militar, Jorge Luongo. Ele enfatizou que equipar a polícia é um dos passos importantes para reformulação da frota das polícias. “A viatura multiplica a ação policial pela sua ostensividade e mobilidade”.

O pacote de entrega de novas viaturas faz parte do programa de reestruturação da Segurança Pública, promovido pelo Governo, desde o início da gestão Flávio Dino. O mapa de distribuição das novas viaturas segue a política estratégica de combate à criminalidade estabelecida pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), que vem gerando resultados positivos como a redução dos registros de criminalidade, a exemplo dos homicídios.

 

Fonte: Jornal Pequeno

MP-MA lança campanha de prevenção ao suicídio para repensar políticas

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Ação tem objetivo de conclamar a sociedade civil para, juntos, discutir esse assunto delicado e repensar políticas públicas efetivas de prevenção.

Campanha de prevenção ao suicídio foi lançada ontem à imprensa em parceria do MP com entidades
Campanha de prevenção ao suicídio foi lançada ontem à imprensa em parceria do MP com entidades (Foto: Diego Chaves / O Estado)

SÃO LUÍS – “A cada hora, uma pessoa se suicida no Brasil. No ano, foram quase 90 mil suicídios”, disse o procurador-geral de Justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho. “Nós sabemos que esse é um tema difícil de ser tratado, mas precisamos encarar esse problema”.
O Ministério Público do Maranhão (MP-MA), por meio do Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos (CAOp/DH), lançou ontem à imprensa a Campanha de Valorização da vida – prevenção e combate ao suicídio.

A campanha está sendo realizada em parceria do MP-MA com a Comissão de Direitos Humanos da OAB, Tribunal de Justiça, Conselho Regional de Medicina, entre outras instituições.

De acordo com dados do CAOp/DH, no ano de 2016, foram registrados quase 300 suicídios no Maranhão. Este ano, somente no mês de agosto, foram sete registros. A campanha tem o objetivo de conclamar a sociedade civil para, juntos, discutir esse assunto delicado e repensar políticas públicas efetivas de prevenção ao suicídio.

Márcio Menezes, da Secretaria de Estado da Saúde, comentou o número de casos no ano passado. “Foram 292 casos registrados. O que percebemos é que a maioria dos mortos são homens. As mulheres tentam cometer o suicídio, mas não conseguem, em sua maioria. São vários os motivos que podem levar a pessoa a cometer o suicídio, mas o principal são os transtornos psíquicos”, comentou.

O deputado estadual Wellington do Curso, que faz parte da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema), tratou da importância desse debate. “Nós já realizamos na Alema uma audiência pública para debater esse tema e já até aprestamos projetos de Leis (PL) de atenção à prevenção ao suicídio. Não é apologia ao problema. É a necessidade de todos de mãos dadas criarem políticas públicas para fazer esse combate de forma série e responsável”, relatou.

O psicólogo Eliandro Rômulo Cruz Araújo, presidente do Conselho Regional de Psicologia do Maranhão, discorreu sobre as maneiras para amenizar esses índices. “Quando a pessoa que está sofrendo começa a falar que está pensando em cometer o suicídio, as pessoas em volta devem ficar atentas para socorrer essa pessoa. Inicialmente, essas pessoas precisam ser ouvidas e acolhidas pela família e sociedade, e depois encaminhadas para profissionais capacitadas para lidar com esses problemas para que o sofrimento daquela pessoa cesse e ela veja outras saídas para o problema”, disse.

Números

292 casos de suicídio no Maranhão foram registrados em 2016
7 registros de suicídio já foram feitos até agosto deste ano

Fonte: Imirante.com

Imortal, Francisco Batalha, recebe diploma da Academia de Letras do Brasil – ALB

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Dia 31 de agosto do corrente ano, no Salão de Eventos do Copacabana Pálace Hotel/RJ, o arariense João Francisco Batalha, membro da Academia Ludovicense de Letras, recebeu da Academia de Letras do Brasil – ALB, o diploma de Doutor em Filosofia Univérsica, Honoris Causa, consagrado com mérito Ph.I. Philosophos Imortalem, por força de sua expressão literária de repercussões internacionais. Aproveitou a temporada no Rio de Janeiro e foi à XVIII Bienal do Livro, no Riocentro, maior evento literário do Brasil.

Justiça decide proibir apreensão de veículos do Uber em São Luís

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Decisão se deu após o Juízo da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís ter indeferido pedido liminar em ACP ajuizada pela Defensoria Pública.

desembargador Marcelo Carvalho Silva deferiu pedido de tutela antecipada em recurso da Defensoria Pública do Estado (DPE), determinando que o Município de São Luís se abstenha de realizar apreensões de veículos prestadores de serviço privado individual de passageiros que utilizem aplicativos baseados em dispositivos de tecnologia móvel ou outros sistemas georreferenciados (GPS) destinados à captação, disponibilização e intermediação do referido serviço, sob pena de multa de R$ 5 mil para cada veículo autuado ou apreendido indevidamente.

A decisão também determina que o Município de São Luís se abstenha de aplicar a Lei Municipal nº 429/2016 – que determinou a proibição do transporte individual privado de pessoas em veículos particulares cadastrados através de aplicativos, dentro do Município de São Luís.

A decisão se deu após o Juízo da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís ter indeferido pedido liminar em Ação Civil Pública (ACP) ajuizada pela Defensoria Pública do Estado (DPE). No recurso, a DPE alega que propôs a ação visando tutelar o direito difuso dos consumidores de escolher o meio de transporte mais adequado, dentro de um quadro de livre concorrência e da livre iniciativa dos motoristas “parceiros” – prestadores do serviço de transporte privado individual remunerado de passageiros cadastrados em aplicativos.

Afirmou ainda que a medida demonstrou-se necessária em razão do fato de que a Secretaria de Trânsito e Transportes (SMTT) vem, reiteradamente, apreendendo veículos vinculados ao serviço sob o argumento de que os motoristas estariam realizando transporte clandestino de passageiros, com base na Lei Municipal nº 3430/96.

A decisão do desembargador considerou ainda que a Lei Municipal n 3430/96 não deve servir de base para apreensão dos veículos, uma vez que a referida norma regulamenta especificamente o serviço público de transporte coletivo urbano do Município de São Luís, enquanto a atividade realizada por motoristas particulares que se beneficiam do aplicativo para aproximação dos consumidores enquadra-se no setor de transporte privado de passageiros.

Polícia cumpre 58 mandados de prisão contra suspeitos de envolvimento em ataques em SC

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Mais de 300 policiais também cumprem 42 mandados de busca e apreensão.

oi deflagrada nesta quinta-feira (7) a Operação Indepedência, contra a organização criminosa que a Polícia Civil diz ser a responsável pelos ataques cometidos em Santa Catarina desde 31 de agosto.

A Polícia Civil afirma que mais de 300 policiais estão cumprindo 58 mandados de prisão, inclusive contra líderes da organização criminosa, e 42 mandados de busca e apreensão.

A ação, coordenada pela Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Draco/Deic) ocorre em BlumenauJoinvilleFlorianópolisCriciúma e Navegantes.

Mais de 300 policiais também cumprem 42 mandados de busca e apreensão.

Mais de 300 policiais também cumprem 42 mandados de busca e apreensão.

Entre a última quinta-feira (31) até quarta (6), ao menos 23 cidades foram alvo de ataques criminosos. Bases da PM, delegacias, órgãos estaduais e municipais e casas de policiais foram atingidos, em mais de 50 ocorrências. Veículos também foram incendiados.

O governo de Santa Catarina evita falar sobre motivações dos ataques, mas na segunda-feira (4), o secretário adjunto de Segurança Pública de Santa Catarina, Aldo Pinheiro D’Ávila, afirmou à NSC TV que os ataques “são fruto de 30 anos de diminuição dos poderes das polícias” e do aumento do tráfico de drogas.

“A Operação Independência faz alusão à data patriótica comemorada nesta quinta-feira e à autonomia constitucional da Polícia Civil, em suas atividades investigativas e de polícia judiciária”, afirma a Polícia Civil, em nota.

FONTE-G1

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