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Notícias - page 14

MEC divulga as primeiras notas de corte do Sisu

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As notas estão disponíveis no site do Sisu. – Foto: Reprodução

BRASIL – O Ministério da Educação (MEC) divulga hoje (30) as primeiras notas de corte do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do segundo semestre. É possível acessar pela internet a nota mínima necessária para passar em cada um dos cursos oferecidos pelo sistema.

 

A nota é calculada diariamente com base no número de vagas disponíveis e no total de candidatos inscritos para aquele curso. É a menor para o candidato ficar entre os potencialmente selecionado para o curso. O candidato que já fez a inscrição poderá consultar a própria classificação parcial na opção do curso escolhida.

 

O MEC alerta que essas informações devem servir apenas de referência para ajudar o participante no monitoramento da inscrição, não sendo garantia de seleção para a vaga.

 

As inscrições começaram nessa segunda-feira (29) e vão até o dia 1º de junho. Para se inscrever, o candidato precisa ter feito o Enem 2016 e não ter tirado 0 na redação. Mais de 6,1 milhões fizeram o Enem no ano passado. O candidato pode fazer até duas opções de curso e alterá-las até o fim do prazo de inscrição.

 

Ontem, um problema no sistema pode ter afetado 600 mil candidatos. Segundo o ministério, a situação foi normalizada e os estudantes atingidos orientados a trocar de senha.

 

Ao todo, são ofertadas neste semestre 51.913 vagas em 1.462 cursos de 63 instituições de ensino, entre universidades federais e estaduais, institutos federais e instituições estaduais.

 

O Sisu terá uma única chamada, e a divulgação do resultado está prevista para o dia 5 de junho. Também nessa data será aberta a lista de espera, que permanecerá disponível até 19 de junho. As matrículas serão do dia 9 ao dia 13 de junho, e a convocação da lista de espera será feita a partir do dia 26 de junho.

 

Fonte: Imirante.com

SALVAR O BRASIL

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Não foi por falta de aviso. A “assembleia geral de bandidos presidida por um bandido” que deu o golpe ruma ao seu destino natural: a cadeia.

Com as gravações de Sérgio Machado, todos, inclusive os tutores do golpe, a mídia antidemocrática e o capital antinacional, sabiam muito bem que o impeachment sem crime algum se destinava a salvar uma associação de corruptos da pior espécie. Mesmo assim, insistiram na farsa jurídica e política que afastou a presidenta honesta.

Ironicamente, contra os golpistas que mobilizaram o país “contra a corrupção” há provas concretas e irrefutáveis de corrupção: contas no exterior, gravações, filmagens, etc. Contra Lula e Dilma não há nada, apenas o “disse me disse” de delatores desesperados e as “convicções” de procuradores “partidarizados”. O golpe foi feito por uma corja. Seus principais atores, Aécio, Cunha, Temer, revelam-se escroques da pior espécie.

Essa corja destruiu a democracia, as instituições e o sistema de representação em nome da implantação de um projeto ultraneoliberal que sacrifica os empregos dos brasileiros, o patrimônio público, os direitos dos trabalhadores, a economia nacional e o futuro do Brasil.

O golpismo e o golpe destruíram o Brasil. A crise política sobredeterminou e sobredetermina tudo.

Caso tivéssemos tido um clima de normalidade política e democrática, a crise econômica já teria sido superada, mesmo com todos os erros de política econômica, em 2015. Se Dilma tivesse de fato governado, o que não ocorreu, haveríamos sofrido uma contração de cerca de 1% do PIB, em 2015, como era a previsão do mercado, e, em 2016, já teríamos iniciado a recuperação. Mas o golpe, turbinado pela Lava Jato messiânica e partidarizada, a qual foi responsável, sozinha, por uma queda de 2,5% do PIB, jogou o Brasil na lama da pior depressão da sua história.

Pior: comprometeu, com seu austericídio enlouquecido e seu entreguismo desavergonhado, os mecanismos de que o Estado dispunha para promover a recuperação da economia.

Mas tudo isso é leite derramado.

Fonte: Brasil247

Em nota da CNBB, bispos se dizem indignados e pedem saída democrática

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Os membros da Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), emitiram na manhã desta sexta-feira, 19 de maio, uma Nota Oficial com o título “Pela Ética na Política” na qual afirmam que a Conferência está “unida aos bispos e às comunidades de todo o país” e acompanha “com espanto e indignação” as graves denúncias de corrupção política acolhidas pelo Supremo Tribunal Federal.

Na Nota, os bispos afirmam que “tais denúncias exigem rigorosa apuração, obedecendo-se sempre as garantias constitucionais. Apurados os fatos, os autores dos atos ilícitos devem ser responsabilizados. A vigilância e a participação política das nossas comunidades, dos movimentos sociais e da sociedade, como um todo, muito podem contribuir para elucidação dos fatos e defesa da ética, da justiça e do bem comum”.

Leia a Nota:

Brasília-DF, 19 de maio de 2017
P – Nº 0291/17

Pela Ética na Política
Nota da CNBB sobre o Momento Nacional

“O fruto da justiça é semeado na paz” (Tg 3,18)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, por meio de sua Presidência, unida aos bispos e às comunidades de todo o país, acompanha, com espanto e indignação, as graves denúncias de corrupção política acolhidas pelo Supremo Tribunal Federal. Segundo a Constituição, Art. 37, é dever de todo servidor público, principalmente os que detêm elevadas funções, manter conduta íntegra, sob pena de não poder exercer o cargo que ocupa.

Tais denúncias exigem rigorosa apuração, obedecendo-se sempre as garantias constitucionais. Apurados os fatos, os autores dos atos ilícitos devem ser responsabilizados. A vigilância e a participação política das nossas comunidades, dos movimentos sociais e da sociedade, como um todo, muito podem contribuir para elucidação dos fatos e defesa da ética, da justiça e do bem comum.

A superação da grave crise vivida no Brasil exige o resgate da ética na política que desempenha papel fundamental na sociedade democrática. Urge um novo modo de fazer política, alicerçado nos valores da honestidade e da justiça social. Lembramos a afirmação da Assembleia Geral da CNBB: “O desprezo da ética leva a uma relação promíscua entre os interesses públicos e privados, razão primeira dos escândalos da corrupção”.

Recordamos também as palavras do Papa Francisco: “Na vida pública, na política, se não houver a ética, uma ética de referimento, tudo é possível e tudo se pode fazer” (Roma, maio de 2013). Além disso, é necessário que saídas para a atual crise respeitem e fortaleçam o Estado democrático de direito.

Pedimos às nossas comunidades que participem responsável e pacificamente da vida política, contribuam para a realização da justiça e da paz e rezem pelo Brasil.

Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, nos ajude a caminhar com esperança construindo uma nova sociedade.

Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. Ramos Krieger
Arcebispo de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

Fonte: Brasil247

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